terça-feira, 14 de junho de 2011

Literatura - Carlos Heitor Cony - Unidade 3



QUESTÕES DE LITERATURA

QUESTÃO 1 – Ele já trabalhou em veículos como Jornal do Brasil e Correio da Manhã. Estamos falando do escritor e cronista:

a) Carlos Heitor Cony.
b) Carlos Drummond de Andrade.
c) Alcantara Machado.
d) Lima Barreto.

QUESTÃO 2 – O que é uma crônica?

a) Um texto que nunca é escrito com humor ou crítica nem enfoca situações do cotidiano.
b) Um texto, geralmente longo, normalmente publicado na internet
c) Um texto, geralmente curto, normalmente publicado em jornais e revistas.
d) Um texto, que sempre é publicado em livros didáticos ou de literatura.

QUESTÃO 3 – Dos escritores abaixo qual ainda não foi estudado em sala de aula?

a) Carlos Heitor Cony.
b) Alcantara Machado.
c) Carlos Drummond de Andrade.
d) Guimarães Rosa.

QUESTÃO 4 – Qual das alternativas a seguir está errada sobre Carlos Heitor Cony?

a) Começou trabalha em jornais em 1953
b) Escreveu O Ventríloquo.
c) Foi preso durante a Ditadura Militar
d) Dirigiu a revista Fatos & Fotos

QUESTÃO 5 – O livro de estréia de Cony na literatura conta a história de:

a) José Severo
b) José Capeba
c) Maurício de Orós
d) Madalena de Mephis

QUESTÃO 6 – Observe as afirmações sobre o escritor Carlos Heitor Cony:

I – Nasceu em 1962
II – Trabalhou no grupo Manchete
III – Escreveu romances, crônicas e contos
IV – Tinha dificuldade de dicção
V – Ordenou-se padre em 1938

Estão erradas:

a) I e II
b) I e III
c) I e IV
d) I e V

QUESTÃO 7 – Não fazem parte da obra de Cony:

a) Pilatos, Quase memórias, Romance sem palavras
b) Babilônia, Babilônia, O burguês e o crime
c) Casa de Pensão, Pilatos, O Astro
d) O burguês e o crime, Posto Seis, E agora, José?

QUESTÃO 8 – Qual a melhor definição de ficcionista?

a) Verdade
b) Imaginação
c) Vivência
d) solidão

QUESTÃO 9 – Enumere adequadamente a sequência cronológica da vida de Carlos Heitor Cony:

( ) Publicação do romance Quase memórias.
( ) Nasceu no Rio de Janeiro.
( ) Ingressa na Academia Brasileira de Letras
( ) Ganha o prêmio Jabuti

A seqüência numérica correta é:

a) 2 – 1 – 4 – 3
b) 3 – 4 – 1 – 2
c) 4 – 1 – 2 – 3
d) 4 – 1 – 3 – 2

QUESTÃO 10 – O narrador do texto de Carlos Heitor Cony estudado na Unidade 3 é:

a) Animal
b) Árvore
c) Homem
d) Mulher

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Morre sanfoneiro Zezito

Zezito animava os festejos juninos

Por Carlos Moreira, Emanuel Tobias e Maria Isabele Félix*

Nas comemorações do mês de junho deste ano uma nota de alegria não tocará. Partiu para outro plano, chamado pelo Criador, o sanfoneiro Zezito que deixa junto com a saudade peculiar destes momentos, histórias verídicas e folclóricas.

É com emoção e orgulho que relatamos um pouco da vida do nosso avô José Gomes da Silva, conhecido como Zezito Sanfoneiro. Nascido em 1945, em João Pessoa, logo cedo foi morar no município brejeiro de Serraria junto com seus seis irmãos.

Foi criado naquela cidade por um famoso sanfoneiro conhecido por Biu de Lica com quem aprendeu a gostar de música. Escolheu como instrumento, a sanfona que aprendeu a tocar ainda na juventude juntamente com seus irmãos.

Ao completar 15 anos, veio morar em Areia. Passou a trabalhar para um professor da Universidade Federal da Paraíba, que em pouco tempo lhe conseguiu o emprego de vigilante naquela instituição de ensino superior.

Em Areia, conheceu Francisca Arlinda dos Santos Gomes com quem casou e tiveram 12 filhos, sendo cinco homens e sete mulheres. O pai de Zezito, antes de morrer enterrou a revelia da família, a sanfona que anos depois foi encontrada no quintal de casa.

Zezito, tocava em festas de arrasta pé no mês de São João, abrilhantava o tradicional forró do Viagra nas cidades de Areia e Alagoa Grande. Uma das suas últimas apresentações aconteceu durante a II Gincana Junina, em 2010, do Sistema Educacional Areiense. Quando se apresentava tocando com sua sanfona, o forró pé de serra tinha um verdadeiro e autêntico representante.

Alguns filhos de Zezito participavam de suas apresentações tocando instrumentos ou no acompanhamento vocal.

Quando tinha 57 anos ficou viúvo, mas não largou a sanfona, sua companheira de todas as horas. No dia 18 de maio de 2011 faleceu de insuficiência respiratória, provavelmente decorrente do consumo exagerado de cigarro.

Nosso avô deixa saudades e lembranças como alguém que sabia satisfazer aos netos com a mesma maestria que dedilhava a sanfona.
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* Os autores são netos do sanfoneiro.